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Secretaria
Nacional de Formação Política
Tese
ao II Congresso do PT
A Secretaria Nacional de Formação Política
apresenta sua contribuição ao debate do II Congresso sobre os objetivos e as
linhas básicas da formação política petista.
Esta tese é fruto de uma reflexão que busca
dialogar com o acúmulo da SNFP, reivindicando o que já realizamos e procurando
atualizar e dar forma ao debate sobre a formação política que devemos realizar,
hoje, para atender às necessidades de nossa militância, quais objetivos devem
ser perseguidos e que projetos devemos implementar, levando em conta que o PT é
uma construção permanente e que a Formação Política tem a obrigação de
adequar-se às novas necessidades que se colocam.
Formação Política e Trabalho de Base: por que e para
que?
O PT, dadas as suas especificidades como partido político de esquerda, cujo objetivo estratégico é a construção de uma sociedade socialista, deve preocupar-se, de forma permanente e organizada, com a formação de seus militantes para o exercício da política, pois a luta pela transformação da sociedade exige da militância um preparo permanente, diferenciado e qualificado, no sentido de levar nossos pressupostos a se transformarem em ações concretas e cotidianas. E isto é ainda mais importante diante do grande número de companheir@s que vêm se integrando aos quadros partidários nos últimos anos, em particular após a campanha presidencial de 1989, sem experiência anterior na luta política e que não passaram por processos formativos nos movimentos e organizações anteriores ao PT. Exatamente por isto, devem receber especial atenção por parte da SNFP e do Partido em geral.
“Vivemos uma época em que a formação política e ideológica, a consistência de classe, dos valores, das idéias e dos comportamentos são mais necessários do que nunca. (…) É na luta de idéias que a formação quer colaborar, difundindo e organizando o estudo do programa partidário, das práticas e da história dos movimentos político e social no Brasil e no mundo”1, pois, se “queremos mudar o Brasil, nossa formação tem que ter como eixo principal o conhecimento mais profundo possível da realidade social em nosso país, em suas conexões com o mundo, como condição necessária para discutir as várias interpretações, construir propostas sobre a realidade e sua transformação.”2
Com as dificuldades postas pelo estágio atual da
luta de classes no Brasil e ante os desafios que se impõem a um partido como o
PT, aprofunda-se fortemente a necessidade de capacitar um número cada vez maior
de militantes, ativistas e filiad@s para o trabalho de reflexão e de ação
política.
Por tudo isso é que a formação política deve estar
presente no cotidiano do PT, vinculando-se aos diferentes momentos e tarefas
como instrumento de estímulo permanente ao questionamento e à busca de novos
caminhos, não podendo ser colocada como uma atividade paralela ao dia-a-dia
partidário, que se faz quando há tempo. Entretanto, a formação política ainda
está longe de ser uma prioridade real de noss@s militantes e de muit@s de noss@s
dirigentes.
É à luz destas preocupações que a SNFP considera
fundamental vincular a formação política ao trabalho partidário de base, pois
este “dá consistência à proposta de transformação das pessoas e da sociedade. É
uma prática em que cada militante multiplica nov@s companheir@s e novas ações,
com os pés no chão e a cabeça no futuro. (...) O trabalho de base carrega a
esperança d@s militantes nos diversos momentos. A crença profunda no valor da
vida, da dignidade da pessoa, da rebeldia para ser livre e o sonho de uma nova
sociedade constituem essa motivação fundamental, que dá sentido à disposição e
à dedicação d@s militantes.”3
Esta vinculação implica uma firme decisão de
superar a cultura autoritária e o personalismo e contri-buir para que @s militantes
se tornem protagonistas no Partido e na sociedade, envolvendo-@s no
conhecimento e na solução dos desafios que se apresentam para as pessoas, o
País e o mundo. É, pois, a tradução, em nosso cotidiano partidário, da
reafirmação e do investimento na participação massiva d@s trabalhador@s na
sociedade e na democratização do poder (inclusive o interno), na perspectiva
socialista, visando a experimentação das relações que tentamos construir em
vista da nova sociedade pela qual lutamos.
Para dar conta,
plenamente, desses objetivos, entendemos que é necessário continuar
desenvolvendo e consolidando a metodologia de formação petista.
Para isso, a nossa
própria experiência é vetor fundamental de reflexão e acumulação no sentido de uma
metodologia essencialmente participativa e que leve em conta a formação teórica
e prática de nossa militância. Nesta experiência, acumulada nos 12 anos de
existência da SNFP, incorporamos contribuições oriundas da educação popular, da
educação formal, da formação sindical e das experiências formativas de outros
setores da esquerda brasileira.
Este diálogo com
diferentes formas de agir formativo consolidou uma visão de que uma
“metodologia petista” de formação “deve preservar as principais conquistas que
já estabelecemos, como a de que é preciso partir da prática social, confrontar
no processo educativo esta prática e o conhecimento nela presente com a teoria
acumulada pela sociedade como um todo, em especial pelo movimento socialista,
visando potencializar a nossa ação militante e também reelaborar a própria
teoria, mas deve, igualmente, dar conta de características peculiares a um
partido como o PT.”4 Deve, ainda, buscar superar visões, ainda
vigentes no PT, que levam ao desprezo da teoria e à dissociação desta com a
prática.
Consideramos que a
militância deve ser sujeito do processo formativo. Isso significa dizer que
discordamos das concepções que enxergam este processo como um momento voltado
exclusivamente à “transmissão" de conhecimentos e resoluções. Incorporamos
a noção de que @ formad@r também se forma no processo e a idéia de que as
atividades de formação são também, e principalmente, momentos de reflexão e
sistematização da prática política d@s militantes e espaços de elaboração
coletiva. Por isso, nossa prática formativa busca estimular o raciocínio
crítico, encarando a teoria como um conhecimento elaborado historicamente, a
partir da prática social, e não como um dogma aplicável a qualquer situação.
Isto tudo ao mesmo tempo em que fazemos uma formação partidária, cuja principal
referência é o Programa do PT e suas Resoluções, incorporando a pluralidade de
visões inerente a um partido como o nosso.
Esta concepção nos leva
a adotar uma ação combinada de formação, pesquisa e elaboração, contribuindo
“para multiplicar nossa capacidade de formular e implantar políticas que
vinculem o local, setorial e imediato, com o nacional, histórico e estratégico.
Cada militante, cada participante de uma atividade de formação tem o desafio de
atualizar-se, de dar respostas, de reformular projetos, de reorientar os
passos, de aumentar a sua responsabilidade na tarefa da transformação social.”5
Nossa preocupação
central é a de fornecer instrumentos para que @s militantes conheçam o
conteúdo, e não incorram no erro de aplicar mecanicamente os conceitos. Com
isso, resgatamos a importância da ação prática e militante e a sua relação com
a teoria social e política, acentuando que a teoria se torna estéril se não
estiver ancorada na luta concreta d@s trabalhador@s e do povo.
Nossa prática formativa
visa fazer da formação, “ao mesmo tempo, um instrumento de fundamentação
teórica das políticas já aprovadas e um instrumento estimulador do debate das
questões polêmicas, (...) contribuindo para que o conjunto da militância ganhe
consciência das questões divergentes, aprofunde seu conhecimento sobre elas e
adote uma ou outra posição com consciência de causa.”6 Para isso, é
fundamental adotar uma postura democrática, aberta e plural, pois só assim é
possível garantir a formação de “quadros que pensem com a própria cabeça,
conheçam as diversas opiniões existentes, tenham espírito crítico e sejam
capazes de contribuir efetivamente para a elaboração da política partidária.”7
É nesta e com esta
metodologia participativa que queremos construir uma formação política voltada
para a realização da vocação do PT: a organização de milhões para a luta pela
transformação da sociedade.
O Sistema Nacional de
Formação Política compõe-se do Plano Nacional de Formação (Programas e Linha
Editorial), das Instâncias engajadas na execução do Plano, da Escola Nacional,
das Secretarias da Frente de Massas e das Entidades. É o Sistema que dá suporte
à política permanente de formação do Partido, constituindo-se na espinha dorsal
da atividade formativa e permitindo a sua capilaridade.
1 - O Plano Nacional de Formação Política e seus
Objetivos
O Plano Nacional de
Formação deve ser encarado como permanentemente em construção; no entanto, deve
ter constância e solidificar os patamares construídos, devendo traduzir a
formação política em uma estratégia educativa, que articule os conteúdos
necessários às especificidades do Partido num programa integrado, que se
desenvolva a partir de temas mais simples até os mais complexos.
A formação deve ser planejada conforme o nível de
compreensão e de compromisso de cada companheir@. É importante organizar
atividades de formação para iniciantes, ativistas, militantes e lideranças.
Considerando-se que o programa partidário tem um caráter nacional e unificado,
os programas de formação devem adotar a mesma linha (nacional e unificada).
“Este programa deve respeitar a heterogeneidade e ser composto de um núcleo
básico de conteúdo e de proposta metodológica, estando aberto, necessariamente,
para as adaptações e complementos que as realidades regionais sugerem.”8
Dois são os objetivos do
Plano Nacional de Formação:
a) a socialização de elementos teóricos, para que cada militante possa
participar de forma ativa e crítica da vida partidária, assim como formar uma
identidade política que una o Partido em torno de seu projeto político;
b) a construção de uma cultura formativa e dos meios pelos quais as
instâncias partidárias possam participar da constituição e implantação de uma
política nacional de formação.
Estes objetivos devem
levar a Formação Política a constituir-se como um dos instrumentos de
consolidação de uma cultura política participativa e permanente, necessários a
um partido com as características do PT.
O Plano é composto por
três Programas, articulados entre si e de caráter nacional.
1A - Programa Nacional de Formação
de Base (FB)
O Programa de Formação
de Base deve fornecer ao conjunto do Partido e seus militantes os instrumentos
de compreensão da sociedade e da proposta partidária para sua transformação.
Suas linhas gerais devem fundar-se nos princípios partidários.
O Programa é composto
pelos módulos: Como funciona a sociedade e o que é o PT; Princípios de
Socialismo e Estratégia; História do Brasil; Metodologia do Trabalho de Base;
Comunicação e Expressão.
1B - Programa Nacional de Formação
de Formador@s (FF)
Para viabilizar um
sistema nacional, com condições reais de funcionamento, é imprescindível a
capacitação de quadros para a realização de atividades de formação. O FF tem
vinculação direta com a criação e sustentação das instâncias da Formação
Política, em seus diferentes níveis, em todas as regiões do País.
É fundamental dar
continuidade ao “processo de capacitação de formador@s, dotando um corpo
crescente de militantes e dirigentes de elementos para realizar o diagnóstico
sobre as demandas de um plano de formação, estabelecer o planejamento e
acompanhamento destes planos e realizar processos formativos nos diversos
níveis em todas as regiões do País.”9
Uma rede de formador@s
que, além da formação, sejam capazes de enfrentar o debate político sobre o
Partido, sua estratégia e sua construção é uma necessidade para a realização de
uma formação política com qualidade e capaz de subsidiar @s militantes com os
instrumentos de análise da realidade que se façam necessários.
1C - Programa Nacional de Formação
de Quadros Dirigentes (FQD)
O Programa de Formação
de Quadros Dirigentes deve trabalhar com um público heterogêneo, do ponto de
vista intelectual, político, profissional, e que possua diferentes
disponibilidades para um trabalho formativo. É, pois, com esta preocupação que
ofereceremos duas opções distintas.
A primeira delas é uma
oferta permanente de seminários, debates e publicações destinadas a alimentar
@s dirigentes partidários que não sintam necessidade e/ou não tenham
disponibilidade para assumir um trabalho de autoformação mais sistemático.
A segunda é um programa
de estudos acompanhado à distância, combinado com seminários de aprofundamento,
destinado a dirigentes e “candidat@s a dirigentes” que se disponham a investir
parte de seu tempo nesse trabalho. Este programa se compõe de quatro temas:
Realidade Brasileira, Estratégia, Socialismo e Partido.
A série de livros temáticos tem como
público-alvo tanto @s militantes, dirigentes, lideranças e formador@s do
Partido e dos movimentos sociais, quanto outros segmentos da sociedade,
especialmente professor@s, pesquisador@s e estudantes que se dedicam a
pesquisas sobre o PT e sobre temas relativos ao estágio atual do capitalismo,
ao socialismo e à história da esquerda brasileira e mundial
A série Cadernos de Formação
volta-se, prioritariamente, para a militância do Partido e dos movimentos
sociais. Constitui-se de textos básicos, que abordam temas do cotidiano d@s
militantes, no formato de cartilhas, com linguagem simples e acessível.
A série de audiovisuais tem como
objetivo oferecer alternativas de trabalho aos formador@s (dando suporte às
atividades formativas, em todos os níveis), mas, também, servir de apoio às
atividades partidárias dos núcleos e diretórios.
Cabe à SNFP apresentar,
anualmente, ao DN, o cronograma e o planejamento financeiro da execução global
do Plano, levando em consideração a necessidade de recursos materiais e
humanos, além do envolvimento das instâncias de formação nos níveis nacional,
estaduais e municipais. Deve ainda desenvolver mecanismos para a regionalização
das propostas e um sistema de acompanhamento, que permita conhecer a
aplicabilidade dos Programas e da Linha Editorial, avaliar seus resultados e
elaborar as alterações necessárias nas Plenárias Nacionais e, semestralmente,
apresentando ao DN um relatório que aponte o estágio de sua implementação e as
alternativas para problemas que possam ocorrer.
A execução do Plano pressupõe uma dotação
orçamentária própria, baseada no respeito à deliberação do I Congresso, que
destina 10% do orçamento partidário à Formação Política. Estes recursos devem
ser dirigidos fundamental e prioritariamente à realização de atividades
estabelecidas nos diferentes Programas de Formação, na constituição das bases
da Escola Nacional de Formação e de uma equipe profissionalizada para o
trabalho formativo.
2 - As instâncias que compõem o Sistema
Estas instâncias têm por
finalidade democratizar a elaboração e o acesso ao Plano e viabilizar seu
permanente acompanhamento:
2A - Plenária Nacional de Formação (PNF)
É a instância máxima de
definição das políticas da SNFP, que devem ser aprovadas pelo Diretório
Nacional e pelo Encontro Nacional do Partido. A Plenária é composta pel@
Secretári@ Nacional de Formação Política, pel@s Secretári@s Estaduais de
Formação Política, pel@s membros do Grupo de Trabalho de Formação, pel@s
formador@s integrad@s ao Sistema, pelas Secretarias de Frente de Massas e por
representantes das Entidades Conveniadas.
2B - Coletivo Nacional de
Formação (CNF)
É uma instância consultiva,
da qual fazem parte formador@s e colaboradores da SNFP, que deve discutir e
formular novas propostas de ação para a SNFP.
2C - Grupo de Trabalho de Formação (GTF)
É responsável pelo desdobramento, consolidação e
execução do Plano, devendo planejar detalhadamente as linhas de ação propostas
pela PNF. É composto pel@ Secretári@ Nacional de Formação, Coordenador@s de
Programas e da Linha Editorial e Assessoria da SNFP.
3 - A Escola Nacional de Formação Política
A Escola Nacional de
Formação Política do Partido dos Trabalhadores – aprovada em 1990 pela Plenária
Nacional e, em seguida, pelo 7º Encontro Nacional, e cujo projeto vem sendo
debatido ao longo de vários anos pelas Plenárias, pelo Coletivo Nacional de
Formação e pelo GTF – deve ter suas condições de implantação viabilizadas.
A SNFP deverá constituir
um grupo de trabalho específico para encaminhar os trabalhos de implementação
da Escola. O primeiro passo é a criação da Rede Nacional de Formador@s,
distribuídos pelos diferentes estados, com a tarefa de realizar os cursos do
Programa Nacional de Formação de Base. A constituição da Rede deve passar por
um processo preparatório, em um Seminário Nacional, que recicle seus
integrantes. Um elemento a ser levado em consideração é a articulação da Rede,
com uma lista de discussão na Internet, com temas específicos e conferências
mensais.
Outros elementos
fundamentais são a atualização, pela Escola, do cadastro de formador@s já
capacitad@s pela SNFP e por entidades conveniadas e a realização de, no mínimo,
três cursos de Formação de Formador@s, com o objetivo de capacitar novos
quadros para a área.
A equipe da Escola
(coordenada pela SNFP) organizará seu currículo permanente com base na
experiência da SNFP, e a ser composto por quatro linhas básicas:
a) a) pilotos de
Formação de Base
b) b) Formação de
Formador@s
c) c) Formação de
Quadros Intermediários
d) d) Formação de
Quadros Dirigentes
Durante o próximo biênio,
os trabalhos para a viabilização da Escola deverão ser dirigidos pela SNFP, não
estando prevista, neste período, a montagem de uma estrutura física para a
Escola. A Secretaria deverá apresentar balanços anuais ao DN e pautar as
Plenárias Nacionais sobre a situação da Escola.
4 - Secretarias de Frente de Massas
O Sistema
pressupõe o estabelecimento de relações com outras Secretarias do PT e, como já
é tradição da SNFP, devemos refletir sobre as necessárias relações a serem
estabelecidas com as demais frentes de trabalho do Partido, em particular as
frentes de massa. Para isso, é preciso estabelecer um novo padrão para esse
relacionamento, que envolva o desenvolvimento de critérios para a adoção de
ações comuns e o arrolamento de que tipo de ações é possível estabelecer.
Consideramos que a SNFP deve desenvolver ações
estimulando a realização de atividades conjuntas, à luz de demandas e
necessidades colocadas pelas diferentes Secretarias, e propor iniciativas
comuns, que permitam o avanço do trabalho formativo.
5 – Entidades
No que concerne ao
estabelecimento de parcerias com entidades e organizações do campo democrático
e popular, temos:
5A - Fundação Perseu Abramo (FPA)
A FPA é um elemento novo na experiência da SNFP e
merece um debate específico sobre os mecanismos de nossas relações. Para tanto,
deve ser composto um grupo de trabalho, que apresente uma proposta sobre o
papel de cada um no trabalho formativo do Partido. A SNFP deve pautar nas
Plenárias Nacionais o debate de ações comuns com a FPA.
5B - Outras entidades de formação
Na construção do Plano
Nacional, a SNFP pode buscar apoio supletivo em entidades com experiência em
formação popular e, dependendo da avaliação do GTF, algumas destas atividades
específicas podem passar a compor o Programa Nacional de Formação de Base. Além
disso, é desejável um trabalho periódico de troca de experiências no campo
democrático e popular, que nos permita oxigenar e cotejar o nosso trabalho
formativo com o de outros setores.
Notas:
1 - Construindo uma Nova Cultura
Política. In: Cadernos do I Congresso, nº 3, agosto/91 – incorporado às
resoluções do I Congresso.
2 - Idem
3 - Construindo o Trabalho de Base.
In: Em Destaque n°
14, Secretaria Nacional de Movimentos Populares. 1997
4 - A Política de Formação do Partido
dos Trabalhadores. Secretaria Nacional de Formação Política, julho/1988.
Aprovado pelo Diretório Nacional
5 - Construindo uma Nova Cultura
Política. In: Cadernos do I Congresso, nº 3, agosto/91 – incorporado às
resoluções do I Congresso.
6 - Idem
7 - Idem
8 - Idem
9 - Idem
Assinam esta contribuição:
Adilson Mota de
Araújo - cursista FFPG-99/BA
Ailton Pereira
dos Santos - formador SNFP/ES
Aldemar (Dema)
Matias da Silva - formador SNFP/RJ
Alexandre José
da Conceição – formador SNFP/PE
Ana Maria Coelho
Trindade - cursista FFPG-99/RS
António Cerveira
de Moura - GTF e Secretário Nacional de Formação da Abraço
Antonio Fernando
de Araújo Santos – formador SNFP/BA
Antonio Joaquim
Ferreira Maia – formador SNFP/SE
Antonio Victor
Lima Baptista – formador SEFP/MS
Aparecido Cano -
formador SNFP/MS
Ary Otávio
Canabarro dos Santos - cursista FFPG-99/RS
Auta Fernandes
Trindade - Secretária de Formação PT/ES
Aziz Eduardo
Calzolaio – formador SEFP/MS
Berenice Gomes
da Silva – formador SNFP/MA
Carlos Augusto
da Silva – formador SNFP/PE
Carlos Augusto
Pereira da Silva - formador SNFP/PE
Carlos Marques
Jr. – secretário-geral do DM-PT/Três Lagoas-MS e formador SEFP/MS
Celso Albericci
- secretário de Formação Política PT/RS
Cláudio José de
Melo Paulista - formador SNFP/RJ
Cristiana Costa
Lima – formador SNFP/MA
Daniel Barbosa -
vice-presidente nacional do Movimento Evangélico Progressista/PE
Daniel da Silva
Pinho - secretário de Formação Política PT/PE
Domingos Roque
Freitas de Oliveira
Ed Wilson
Ferreira Araújo - formador SNFP/MA
Edna Cruz do
Valle - cursista FFPG-99/SC
Edson Bueno de
Camargo – Coletivo de Formação DM/Mauá-SP
Edson Cardoni -
Secretário Formação PT/DF
Eduardo Alves –
colaborador da SNFP/DF
Eduardo Tadeu
Pereira - colaborador da SNFP/SP
Eraldo Giovani
Velho - formador SNFP/SC
Etel Marli Sturm
- Secretária de Formação PT/MS
Fátima Cleide R.
da Silva - Secretária de Formação PT/RO
Fernanda Ávila -
cursista FFPG-99 e assessora da SEFP/RS
Francisco Santos
Moraes – formador SNFP/AP
Francisco
Valdério Jr. - formador SNFP/MA
George Abner de
Figueiredo Souza - formador SNFP/MG
Geraldi Mamede -
formador SEFP/MS
Gezilda Martins
Lima - cursista FFPG-99/SNFP
Gilberto Del Pozzo - cursista FFPG-99/SC
Gilmar Nunes
Corrêa – cursista FFPG-99/RS
Hiranildes Lobo
- formadora SNFP/GO
Humberto Coelho
Silva - formador SNFP/PI
Jairo Carneiro –
formador SNFP/RS
Jesus Eurico
Miranda Regina – secretário municipal de Formação Política/Campo Grande-MS
João Marques
Lino da Silva - Secretário de Formação PT/RN
Joíra Maria
Gadens - Secretário de Formação PT/PR e cursista FFPG-99
Jones Carvalho -
colaborador SNFP/BA
Jorge Almeida -
Secretário Nacional de Formação Política
José Carlos dos
Santos – formador SNFP/AL
José Carlos
Santos – formador SNFP/PR
José Luís do
Nascimento Sóter - presidente nacional da Abraço
Jupira Cahuy –
colaboradora da SNFP
Justa Pastora de
Figueiredo - formadora SEFP/MS
Luciano Boico -
formador SNFP e assessor da SEFP/SC
Luís Eduardo C.
Thomassim - formador SNFP/RS
Luís Gustavo
Pereira Ferreira - cursista FFPG-99/RS
Luiz Carlos de
Castro e Silva - cursista FFPG-99/SP
Luiz Sérgio
Gomes da Silva - GTF
Márcio Cruz –
formador SNFP/SP
Maria Leonice da
Silva - formadora SEFP/MS
Maria Magdalena
Alves - formadora SNFP/SP
Maria Rosana R.
P. Gama – formadora SNFP/MS
Marília Martins
Rezende - formadora SNFP/DF
Marlene Rocha -
Secretária de Formação PT/SC
Mauro Iasi - GTF
Mauro Rodrigues
– Secretário de Formação DM/Belém
Minoru Martins
Kimpara - Secretário de Formação PT/AC e cursista FFPG-99
Nelson Aleixo S.
Jr. – formador SNFP/PB
Orlando
Francisco de Souza - formador SNFP/RO
Pedro Roberto de
Oliveira - formador SEFP/MS
Reginaldo de
Souza Oliveira - formador SNFP/SC
Rita Lima -
Secretária de Formação CUT/ES
Ronaldo Augusto
de Alcântara – formador SNFP/AL
Ronan Almeida de
Araújo - formador SNFP/RO
Rosalina de
Oliveira Souza - cursista FFPG-99/AC
Rosana Henkim -
formadora SEFP/MS
Rosana do
Rosário César - formadora SEFP/MS
Sandra Rodrigues
- formadora SNFP/SP e assessora da Secretaria Nacional de Movimentos Populares
Sérgio Luís
Moreira - formador SNFP/SC
Sérgio Mellegari
Zinke – formador SNFP/SC
Sidineis
Ferreira Alves – secretário municipal de Formação Política DM-PT/Aquidauana e
formador SEFP/MS
Sonia Hypolito -
Secretária Nacional de Movimentos Populares
Tânia Maria
Silveira – formadora SNFP/ES
Vilson Augusto
de Oliveira - Secretário de Formação PT/SP
Vitoria Cancelli
– GTF e DN
Vladimir da
Silva Pereira – presidente do DM-PT Coxim e formador SEFP/MS
Wilson Jesus Lucas Jr - cursista FFPG-99/ES
Wladimir Pomar -
ex-Secretário Nacional de Formação Política e colaborador da SNFP